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Quando a gente chora, já não sabe mais nem o que dói ao certo. Ontem era saudade, hoje é dúvida, semana passada era angústia e amanhã, quem sabe, deva ser solidão. Ah, tantos motivos para entristecer e chover essa tempestade de todos os dias! E no meio dessas tristezas, parece que a gente faz qualquer negócio pela felicidade, paga qualquer preço e aceita qualquer desafio. Apesar dos choros e lamúrias, é fato: somos eternas faíscas de felicidade querendo virar fogo.

Camila Costa. (via decifro)

(via ocultodesejo)

Ele era convencido, mas, sempre ajudava alguém que precisasse. Ele tinha aquele ar de superioridade, mas, as palavras gentis e doceis diziam o contrário. Ele me irritava, melhor, me estressava. Sua presença me atiçava os desejos mais estranhos e obscuros. Meu corpo estremecia com cada toque dele, meu coração gritava por ele. E eu sempre fiz o possível para esconder isso.

Londres, 1935.    (via decifro)

(via ocultodesejo)

Não gostava de nada. Vai ver eu estava com medo. É isso: eu tinha medo. Eu queria ficar sozinho num quarto com a janela fechada. Fiquei curtindo essa ideia. Eu era um trambolho. Eu era um lunático.

Charles Bukowski.   (via sathurve)

(via ocultodesejo)